Busca por sociedade mais justa, com respeito à diversidade e ao meio ambiente, marca o II Seminário da Cidadania do Tocantins

A busca por uma sociedade mais justa e igualitária, com respeito à diversidade e à natureza, encontrando mecanismos que promovam um mundo melhor, foi o assunto explanado na tarde desta sexta-feira (6), na segunda e última parte do II Seminário da Cidadania do Tocantins. O Evento, promovido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO), por meio da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), refletiu sobre os processos formativos e de construção/desenvolvimento da cidadania e da sociabilidade humanas, centradas nos Direitos Humanos Fundamentais.

Na primeira palestra, o juiz Marcelo Salmaso, de São Paulo (SP), apresentou o tema Justiça Restaurativa – uma Justiça Possível, as propostas metodológicas e de atuação para a solução de dolos e violência pautados pela sensibilidade –, a partir da escuta dos ofensores e das vítimas, encontrando, assim, uma resolução para os conflitos. A palestra contou como debatedora a juíza Julianne Freire.

E com o tema Cidadania, Educação e Justiça: um encontro que transforma vida, o desembargador de São Paulo (SP) José Renato Nalin lembrou a necessidade de os brasileiros entenderem e buscarem mecanismos que promovam a cidadania e a valorização dos direitos humanos. Passando por críticas e sugestões para o surgimento de posturas ambientais, o desembargador apontou caminhos para que a sociedade encontre um novo olhar de promoção da cidadania.

A palestra teve como debatedor o juiz Cledson José Dias Nunes.O II Seminário da Cidadania do Tocantins, realizado pela primeira vez de maneira virtual, devido às restrições sanitárias impostas pela pandemia da Covid-19, foi direcionado a magistrados, servidores do Judiciário tocantinense e à sociedade em geral, e contou com mais de 900 inscritos. O evento foi transmitido inteiramente na modalidade Ensino a  Distância, por meio da Plataforma Virtual da Esmat.

Texto: Wherbert Araújo – Comunicação Esmat (Colaborou Francielly Oliveira - estagiária 

Comunicação TJTO