CGJUS participa de encontro nacional sobre acesso à Justiça e direitos da pessoa idosa

Gustavo Moreno/CNJ

Representantes da Corregedoria-Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) participam, nesta sexta-feira (09/10) do Encontro Nacional de Acesso à Justiça e Cidadania da Pessoa Idosa, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em Brasília (DF). O evento reuniu integrantes do Comitê Nacional da Pessoa Idosa, núcleos estaduais e instituições que atuam na defesa dos direitos dessa população.

A programação foi voltada ao compartilhamento de experiências, à apresentação de boas práticas e à discussão de estratégias para ampliar o acesso à Justiça e para fortalecer a garantia dos direitos da pessoa idosa. Em uma parte do evento, os participantes foram distribuídos em quatro laboratórios temáticos simultâneos, entre eles uma oficina sobre os direitos da pessoa idosa e os atributos do cuidado.

As atividades tiveram como objetivo reunir diferentes perspectivas sobre os desafios enfrentados por essa população e sistematizar as contribuições dos grupos em um documento com propostas e sugestões para orientar futuras ações e políticas públicas.

Para o juiz Márcio Soares da Cunha, coordenador da Coordenadoria da Cidadania (Cocid), a iniciativa contribuiu para aprofundar o debate sobre a atuação do Poder Judiciário na proteção dos direitos da pessoa idosa.

“O encontro foi uma oportunidade muito enriquecedora para refletirmos sobre os desafios do Poder Judiciário na garantia dos direitos da pessoa idosa. Destaco a importância de promover um acesso à Justiça mais humanizado, inclusivo e acessível, que respeite a autonomia e as particularidades de cada pessoa”, afirmou.

O magistrado também destacou a importância da articulação entre as instituições para prevenir violações de direitos e combater o etarismo, forma de discriminação baseada na idade.

A servidora Mariana Aires, da Cocid, ressaltou o valor da troca de experiências e da construção coletiva de soluções. “Foi muito significativo vivenciar tantas trocas e aprendizados, ouvir diferentes experiências e compartilhar perspectivas. Saio com a esperança de que esses diálogos se transformem em caminhos concretos para a construção de políticas públicas cada vez mais efetivas, que garantam os direitos, a dignidade e o protagonismo das pessoas idosas”, destacou.

A participação no encontro reforça a importância do diálogo entre as instituições do sistema de Justiça para o desenvolvimento de estratégias que ampliem a cidadania, assegurem direitos e promovam um atendimento mais acessível e adequado às necessidades da população idosa.


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