Incentivar a carona solidária, o transporte coletivo e outras formas de mobilidade sustentável foi o objetivo da iniciativa “Bora Sextar com Carro em Casa?”, realizada pela Corregedoria-Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) nesta sexta-feira (16). A iniciativa integrou o projeto Plantar para ComPensar 2025 e está alinhada à Meta 8 do Plano de Gestão 2025–2027 da CGJUS, que prevê a implementação e o estímulo de práticas sustentáveis e inclusivas no âmbito do Poder Judiciário.
Além de contribuir para a redução da emissão de poluentes e para a economia de combustível, a iniciativa também somou pontos para o Prêmio Selo Verde, que integra a política de sustentabilidade do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO). A premiação reconhece unidades administrativas e judiciárias que adotam práticas ambientalmente responsáveis e faz parte do projeto ‘Plantar para ComPensar’, vinculado ao Programa Justiça Carbono Zero, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece a meta de neutralização das emissões de carbono no Poder Judiciário até 2030.
O servidor Alecsandre Oliveira aderiu à ação optando por caminhar e correr até a Corregedoria, percorrendo 12 quilômetros no deslocamento de casa até o local de trabalho. Para ele, a iniciativa vai além da escolha do meio de transporte. “Superar limites também faz parte da sustentabilidade. Quando a gente escolhe caminhar ou correr, está contribuindo para reduzir resíduos e fortalecer ações solidárias. São atitudes simples, mas que geram impacto ambiental e social.”

Plantar para comPensar
O projeto ‘Plantar para ComPensar’ tem como objetivo conscientizar magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) do Poder Judiciário do Tocantins sobre os impactos ambientais decorrentes das atividades institucionais, especialmente as emissões de carbono, promovendo sua compensação por meio do plantio de árvores nativas.
Em sua segunda edição, a iniciativa prevê o plantio de cerca de 900 mudas entre 15 de novembro de 2025 e 30 de janeiro de 2026, sob a coordenação-geral da Coordenadoria de Gestão Socioambiental e Responsabilidade Social (Cogersa), responsável pelo monitoramento dos dados ambientais, em consonância com as diretrizes do CNJ e do Plano de Logística Sustentável (PLS).
A iniciativa integra o Programa Justiça Carbono Zero, do CNJ, que prevê a neutralização das emissões de carbono no âmbito do Poder Judiciário até 2030. Ao todo, 25 unidades participam do projeto, incluindo setores da sede do TJTO, Corregedoria-Geral da Justiça, NAPsi, anexos e diversas comarcas do Estado.
As unidades participantes concorrem ao Prêmio Selo Verde – edição 2026, com cerimônia de premiação prevista para o mês de junho. As vencedoras receberão elogio nos assentamentos funcionais e um dia de folga, válido para fins de remoção por merecimento.