A Corregedoria-Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) realizou nesta segunda-feira (31/8), a entrega de 378,4 quilos de resíduos recicláveis arrecadados na sede da instituição durante os meses de julho e agosto de 2026. O material foi destinado à Cooperativa de Materiais Recicláveis do Tocantins (Cooperam) e à Ecovip, fortalecendo ações de sustentabilidade, geração de renda e preservação ambiental.
O volume arrecadado é resultado da separação e destinação correta dos resíduos produzidos na sede da CGJUS, aliada à campanha permanente que mobiliza magistrados, servidores, estagiários, colaboradores e terceirizados. A iniciativa também incentiva os participantes a levarem resíduos recicláveis de suas residências para o descarte ambientalmente adequado, ampliando o impacto da ação para além do ambiente institucional.
Do total destinado, 362 kg foram entregues à Cooperam e 16,4 kg à Ecovip. Entre os materiais encaminhados para reciclagem estão 258,9 kg de papel, 65,7 kg de plástico e 37,7 kg de metal, resíduos que retornam à cadeia produtiva por meio da economia circular.
Presente na ação, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Pedro Nelson de Miranda Coutinho, reforçou o compromisso da CGJUS com ações com o objetivo de amenizar os impactos causados pela atividade do dia a dia.
“É superimportante essa entrega que nós fazemos. São produtos que iriam para o lixo e, no entanto, as cooperativas conseguem fazer a reciclagem disso. Reciclagem é vida, e isso é importante para a sustentabilidade, é importante para a humanidade, é importante para todos nós”, destacou o magistrado.
Para o servidor da Assessoria de Planejamento e Gestão (Asplan) e responsável pela ação, Alecsandre Oliveira, a iniciativa representa um compromisso que já faz parte da cultura da instituição e vai além do cumprimento das normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça. “Com essa entrega, mais do que cumprir a determinação da Resolução nº 400 do CNJ, a Corregedoria faz o que já é da sua natureza: fortalecer os três pilares da sustentabilidade, incentivar a economia circular e promover o engajamento de magistrados, servidores, estagiários e terceirizados. Separar corretamente os resíduos recicláveis já faz parte da cultura da instituição.”
A destinação correta dos materiais também gera impacto direto para quem trabalha com reciclagem. Cooperado da Cooperam, Raimundo Elias Batista destacou a importância da parceria para os agentes que atuam na coleta e triagem dos resíduos.
“A importância para nós é muito grande, porque é um trabalho que ajuda a manter a cidade limpa e também garante o nosso sustento. A gente gosta muito desse serviço.”
O colaborador terceirizado e agente ambiental da CGJUS, José Roseno Neres Araújo da Silva, responsável pela separação, organização e destinação dos resíduos recicláveis da sede da Corregedoria, reforçou o alcance social e ambiental da iniciativa: “Eu me sinto feliz por saber que o reciclável ajuda a vida das pessoas que precisam desse trabalho para sobreviver. Além disso, colabora com o meio ambiente e ajuda a preservar a natureza.”
Compromisso permanente
A ação integra a política de sustentabilidade da CGJUS e atende às diretrizes da Resolução nº 400/2021 do Conselho Nacional de Justiça, que institui a Política de Sustentabilidade no Poder Judiciário. Na Corregedoria, a separação e a destinação correta dos resíduos fazem parte de uma prática permanente, que incentiva hábitos sustentáveis dentro e fora do ambiente de trabalho e fortalece o compromisso institucional com a preservação ambiental, a responsabilidade social e a economia circular.