Corregedora-Geral do Tocantins visita Laboratório de Inovação Aurora, do TJDF

Inovar para ir cada vez mais longe. O Judiciário brasileiro tem encontrado na criatividade e inovação uma chave para avançar e melhorar cada vez mais os serviços da Justiça ao cidadão. Um exemplo disso é o Laboratório de Inovação Aurora, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Para conhecer essa boa prática a desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe, acompanhada do juíz auxiliar Roniclay Alves de Morais e da chefe de gabinete Jeane Justino, visitou esta semana, na última terça-feira (16/8) a unidade do TJDF. Também participáramos visita técnica o corregedor-geral da Bahia desembargador José Edvaldo Rotondano, o chefe de gabinete Yuri Bezerra e a assessora Márcia Gottschald. As equipes, tocantinense e baiana, foram recebidas pelo juiz auxiliar da presidência do TJDF e coordenador do Laboratório Caio Brucolli, acompanhado pelo  juiz auxiliar da corregedoria  Eduardo Rosas, pela supervisora Mariana Bicalho e a supervisora substituta Adelyse Morais.

Mariana Bicalho explicou o funcionamento do Aurora, que hoje tem o perfil de capacitação e desenvolvimento de projetos institucionais. A estrutura da unidade possui atualmente 8 laboratoristas de diferentes áreas, todos fixos, ou seja, com atuação exclusiva.  “Aurora para nós é o surgimento de novas ideias”, afirmou a supervisora ao contar ainda que o nome da unidade veio por meio de concurso cultural envolvendo os servidores.

A área física da unidade fica dentro da sede do Tribunal de Justiça do DF, mas destoa do restante da estrutura por sua modernidade e dinamismo, tudo muito bem pensado. A  arquitetura segue a linha biofílica, uma forma inovadora de design de ambientes, que utiliza-se de elementos da natureza para transformar espaços para que possam trazer benefícios à saúde e promover o bem-estar. “Num laboratório de inovação a gente depende dessa criatividade. Aqui é um espaço diferente onde a pessoa pode criar e ser livre. Toda a área do laboratório pode ser usada de forma dinâmica”, esclareceu a Mariana.

Outro ponto interessante é que grande parte do mobiliário foi reaproveitado de materiais já existentes no próprio TJDF, como divisórias, grades e armários antigos. Os servidores da unidade também são do quadro do Tribunal. E é neste ambiente que projetos importantes são elaborados e sendo bem-sucedidos, a exemplo do Expedição 4.0 e uso da Linguagem Simples.

Iniciado em fevereiro deste ano, o projeto permite que os mandados judiciais utilizem de linguagem simples, de fácil compreensão do jurisdicionado. Ícones padronizados também são usados para não confundir o usuário.

Mariana ainda esclareceu que, quem traz a inovação são os servidores e magistrados, eles trazem as dores deles, ajudamos, facilitamos a solução. Uma das grandes características é ouvir o usuário, a gente só facilita a inovação.

O coordenador do Aurora, juiz Caio Brucolli, falou sobre o avanço da cultura da inovação no Judiciário, que esse “convencimento” de todos os integrantes, magistrados (as) e servidores (as),  foi fundamental para a efetivação do Laboratório. “Hoje temos o apoio de todos e são eles que procuram o Aurora para buscar soluções dinâmicas a demandas e desenvolver projetos institucionais”, explicou.

A corregedora-geral do Tocantins, desembargadora Etelvina Felipe, parabenizou a equipe pelo trabalho desenvolvido no Aurora. “A inovação é o caminho mais rápido para a evolução do Judiciário, hoje aqui tivemos o importante compartilhamento de boas práticas.”

Para o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral, Roniclay Alves de Morais, “grande parte dos problemas do Judiciário são comuns aos estados, a visão da cooperação, do compartilhamento de boas práticas é importante para avançarmos”.

Ao final da visita, as equipes do Tocantins e Bahia foram recebidas pelo presidente do TJDF Cruz Macedo e pelo corregedor J.J. Carvalho.

Visita TJMS

De Brasília a equipe da Corregedoria-Geral do Tocantins seguiu para Campo Grande, Mato Grosso do Sul para participar do 89º Encoge – Encontro do Colégio Permanente dos Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil.

Na oportunidade, a Corregedora do Tocantins visitou a Central de Processos Eletrônicos CPE, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul. A unidade, de forma inovadora, atende ao 1º grau de jurisdição por meio da unificação cartorária, concentrando força de trabalho no auxílio às varas judiciais, melhorando assim a produtividade e celeridade dos processos.

Kézia – ASCOM CGJUS


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