A Corregedoria-Geral da Justiça do Tocantins realizou, nesta terça-feira (22/7), reunião de alinhamento metodológico para contribuir com a elaboração do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário do Estado do Tocantins para o ciclo 2027-2032. O encontro reuniu líderes e representantes das unidades da Corregedoria para apresentar propostas, identificar desafios e definir as próximas etapas do processo.
Durante a reunião, foram discutidas contribuições voltadas ao fortalecimento da governança institucional e ao aprimoramento da prestação jurisdicional. As propostas apresentadas pela Corregedoria integrarão o processo de construção do planejamento estratégico, em alinhamento às diretrizes institucionais do Poder Judiciário tocantinense.
Ao abrir a reunião, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Pedro Nelson de Miranda Coutinho, destacou a importância de estruturar a Corregedoria para assegurar a continuidade das ações institucionais, "É extremamente importante que consigamos deixar a equipe e a estrutura da Corregedoria bem organizadas para a próxima gestão. Esse é o nosso principal objetivo: garantir a continuidade dos trabalhos e oferecer uma base sólida para que a próxima gestão dê sequência às ações", afirmou o magistrado.
A iniciativa integra os trabalhos de formulação do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário do Estado do Tocantins, que estabelecerá as diretrizes para a atuação do Judiciário tocantinense no período de 2027 a 2032.
A elaboração do novo planejamento está alinhada à Resolução CNJ nº 692, de 2 de julho de 2026, que instituiu a Estratégia Nacional do Poder Judiciário para o ciclo 2027-2032. A norma estabelece diretrizes para fortalecer o planejamento estratégico dos tribunais, com foco na eficiência, na inovação, na transparência e na melhoria da prestação jurisdicional.
Nesse contexto, o processo de elaboração do planejamento prioriza o alinhamento metodológico entre as unidades do Poder Judiciário e a participação de magistrados(as), servidores(as) e demais áreas envolvidas. A proposta é assegurar que as diretrizes para o próximo ciclo estratégico sejam construídas de forma colaborativa, considerando as necessidades e a realidade institucional.