Judiciário discute o futuro do sistema eletrônico em encontro interinstitucional sobre o eProc

Fotos: Ascom/TRF4 e TJAC

O juiz auxiliar da Corregedoria Geral de Justiça (CGJUS), Arióstenis Guimarães Vieira, participou nos dias 6 e 7 de agosto do II Encontro Interinstitucional do eProc. O evento teve como objetivo debater formas de aprimorar os serviços prestados pelas Cortes que utilizam o Sistema de Processo Judicial Eletrônico (eProc).

O evento realizado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) abordou, entre outros assuntos, a funcionalidade da automatização de procedimentos e a aplicação de Inteligência Artificial às rotinas processuais.

Para o presidente da instituição, desembargador federal Guilherme Calmon, o eProc é o presente-futuro da Justiça. “Treze tribunais já usam o eProc, que é ferramenta essencial à concretização dos princípios e garantias constitucionais de razoável duração”, disse.

"Foi uma oportunidade valiosa para compreender a importância do desenvolvimento colaborativo do sistema. A reunião de magistrados e técnicos de diversos tribunais nos permitiu compartilhar experiências e necessidades, fortalecendo o modelo processual e atualizando a ferramenta para melhor atender às expectativas do sistema de justiça e da sociedade”, avaliou o  juiz  auxiliar da CGJUS.

Programação 

No primeiro dia, o evento reuniu discussões sobre o novo Módulo de Jurisprudência do sistema, a automatização dos testes das versões do eProc e da tramitação Programação, além de temas como “Gestão Negocial”, “Implantação e gestão do eProc em nuvem”, “A utilização do GPTJ no assistente de jurisdição em IA Generativa” e “Situação geral do TJMRS em relação ao eProc e a integração do projeto de I.A. do Laboratório de Inovação do Tribunal - Nube 9 – Explica Aí Tche”.

O segundo dia do encontro teve palestra com os temas: “Módulo de Grandes Volumes”, “Modelo de Deploy Automatizado” e “O futuro do trabalho público é colaborativo”. 

O encontro foi encerrado com uma roda de conversa sobre ApoIA, eProc no Codex e no Datajud, e o uso do eProc em situações de calamidade, como ocorreu no Rio Grande do Sul.


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