Setembro Amarelo: CGJUS encerra mês com reflexão sobre saúde mental e prevenção ao assédio

Encerrando as atividades do Setembro Amarelo, nesta segunda-feira(30/09) os servidores e as servidoras da Corregedoria Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) participaram de momentos de conscientização e diálogo. Iniciativa para promover a saúde mental e reforçar o combate a qualquer tipo de assédio ou discriminação no ambiente de trabalho. 

Durante a ação, a psicóloga Luciane Prado, assessora da Coordenadoria da Cidadania (Cocid), conduziu encontros setoriais para reforçar a importância das emoções e dos cuidados que cada um deve ter consigo mesmo e com os outros. “São seis as emoções primárias que trabalho: amor, alegria, raiva, medo, tristeza e dor. Se sente demais ou não sente nada, está sinalizando um problema. Cada uma em seu lugar, é importante reconhecê-las e expressá-las de forma saudável. As emoções caladas viram sintomas, viram doenças e essa é nossa oportunidade de conversar”, disse ao passar em cada unidade da CGJUS. 

Ao final do momento de diálogo e conversa, a servidora da Cocid promoveu uma atividade de respiração com os participantes e lembrou da importância da atividade física.

Quem participou da atividade, elogiou a iniciativa, "Achei muito importante a preocupação da Corregedoria nesse sentido. Muitas vezes, nem percebemos o que estamos passando, mas um colega ao lado pode perceber e nos apoiar. Acredito que essa conscientização é fundamental", afirmou o analista judiciário Leonardo Silvério de Souza Almeida. 

"É interessante como aqui na Corregedoria somos uma equipe unida e eventos como o Setembro Amarelo são tratados com muito cuidado; nos fazem refletir sobre questões do dia a dia que, muitas vezes, nem notamos”, complementou o estagiário de TI, Felipe Ferreira Sousa.

Já o assessor do Extrajudicial, Vinícius Vieira Cupim, ressaltou que a conversa foi um momento rico e transformador. “Ao conscientizarmos sobre a importância de lidarmos com nossas emoções e as adversidades, transformamos o ambiente laboral em um lugar mais saudável, o que gera frutos tanto em termos técnicos quanto nas relações interpessoais”, disse. 

Assédio

A iniciativa buscou também reforçar o compromisso da CGJUS com um ambiente de trabalho seguro e livre de práticas de assédio ou discriminação, garantindo a dignidade e o respeito aos servidores e servidoras. Ação vai ao encontro do Provimento nº 17, publicado em 24 de setembro. Ato estabelece um fluxo processual célere e eficaz para o tratamento de denúncias de assédio moral, sexual e discriminação no âmbito da Corregedoria.

“Combater o assédio moral, sexual e a discriminação não é apenas cumprir a lei, mas respeitar o ser humano, promovendo uma cultura organizacional ética e justa. A Corregedoria deu um passo importante ao estabelecer a Meta 12M, criando canais de denúncia acessíveis e aprimorando o suporte aos denunciantes”, destacou uma das gestoras da Meta, a assessora jurídica Natana Gonçalves.

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