Ações coordenadas e grande adesão dos servidores garantem Prêmio Selo Verde à Corregedoria-Geral da Justiça

O compromisso com a sustentabilidade e o engajamento de magistrados, servidores, estagiários e colaboradores garantiram à Corregedoria-Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) o primeiro lugar na Categoria I – Unidades Administrativas do Prêmio Selo Verde 2026, empatada em pontuação com o Tribunal da Justiça. O reconhecimento integra o projeto “Plantar para comPENSAR 2025”, iniciativa do Poder Judiciário tocantinense voltada à promoção de práticas ambientais e à compensação de emissões de gases de efeito estufa.

A entrega do Selo Verde destacou o desempenho das unidades participantes do projeto “Plantar para comPENSAR 2025/2026”, que promove ações de compensação ambiental, reciclagem, reflorestamento e conscientização socioambiental em todo o Estado.

No âmbito da Corregedoria, o resultado é fruto de um conjunto de ações desenvolvidas ao longo dos últimos meses, com foco na conscientização ambiental e na adoção de práticas sustentáveis no cotidiano das unidades.

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Pedro Nelson de Miranda Coutinho, afirmou que o reconhecimento reflete o trabalho conjunto desenvolvido na Corregedoria e o engajamento contínuo das equipes com a sustentabilidade. "Recebo com muita alegria esse reconhecimento concedido à Corregedoria-Geral da Justiça por meio do Prêmio Selo Verde. Esta conquista é resultado direto do comprometimento dos nossos servidores, magistrados, estagiários e colaboradores, que abraçaram a sustentabilidade como um valor institucional e transformaram pequenas atitudes em grandes resultados”, celebrou o magistrado. 

Ações

Os servidores se engajaram e realizaram diversas ações, que resultaram no plantio de 200 mudas de espécies nativas do Cerrado no campus de Palmas da Universidade Federal do Tocantins (UFT), em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). A atividade contou com a participação de magistrados, servidores e colaboradores, com foco na recuperação ambiental e na valorização do bioma tocantinense.

A Corregedoria também promoveu campanhas de arrecadação de resíduos recicláveis ao longo de quatro dias de mobilização, com a coleta de mais de uma tonelada e meia de materiais, entre plástico, vidro, papel, tampinhas plásticas, lacres de alumínio e metais diversos. Os resíduos foram destinados corretamente, contribuindo também para o fortalecimento de cooperativas parceiras.

As ações incluíram ainda o Dia sem Impressão, com incentivo à redução do uso de papel; campanhas de desligamento correto de equipamentos de informática antes do recesso de final de ano, visando ao uso consciente de energia; além da Carona Solidária e do incentivo ao uso de bicicletas e outros meios de transporte sustentáveis.

Também foi realizada uma palestra sobre descarte consciente de resíduos, com orientações sobre a separação adequada de materiais recicláveis e a destinação ambientalmente correta de itens de uso cotidiano. O projeto contou ainda com a entrega da placa de identificação da área destinada ao plantio das mudas e o alinhamento das ações de monitoramento do espaço na UFT, fortalecendo a parceria entre a Corregedoria, a universidade e a Semarh. Servidores e magistrados também participaram do Dia da Limpeza da Área Verde em frente à sede da CGJUS.

“Desde o final do ano passado, promovemos diversas ações voltadas à preservação ambiental e à responsabilidade social, o que reforça o nosso compromisso com as futuras gerações. Este resultado demonstra a força do trabalho coletivo e o empenho da nossa equipe em uma gestão moderna, responsável e alinhada às diretrizes de sustentabilidade do Poder Judiciário. Agradeço a cada pessoa que participou dessas ações e contribuiu para que a Corregedoria se tornasse referência em responsabilidade socioambiental. Esta conquista pertence a todos nós”, disse o corregedor.

Sobre o prêmio 

O Prêmio Selo Verde integra o projeto “Plantar para comPENSAR 2025”, que estimula magistrados, servidores e colaboradores a desenvolver ações de redução de impactos ambientais e compensação das emissões de gases de efeito estufa. A avaliação considerou critérios como adesão ao projeto, ações de sensibilização ambiental, quantidade de mudas plantadas, parcerias institucionais e comprovação das atividades desenvolvidas.

Na Categoria I, que reúne o Tribunal de Justiça, Anexos Administrativos, Corregedoria-Geral da Justiça, Esmat e NAPsi, a CGJUS empatou na primeira colocação com o Tribunal de Justiça e os Anexos Administrativos, somando 85 pontos.


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