A Corregedoria Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) participou, na última sexta-feira (27/6), do I Encontro Nacional do Comitê Nacional das Pessoas Idosas e suas Interseccionalidades, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. Com o tema “Dignidade não envelhece: As melhores práticas contra o etarismo”, o evento reuniu especialistas, magistrados, profissionais do Direito e representantes de diversas instituições para discutir formas de garantir o respeito, a inclusão e a autonomia das pessoas idosas no sistema de Justiça brasileiro.
Representando a CGJUS, a servidora Mariana Aires Mendes, acompanhou os debates que abordaram desde o acesso à Justiça, passando pela capacitação de profissionais, até a necessidade de uma abordagem multidisciplinar no atendimento à pessoa idosa.
O encontro também tratou da implementação da Resolução nº 520/2023, que estabelece diretrizes para melhorar o acolhimento e a atenção ao público idoso em todo o Judiciário.
Programação
Entre os painéis, foram apresentadas experiências bem-sucedidas de tribunais brasileiros e de outros países que adotaram programas específicos contra o etarismo – a discriminação por motivo de idade. Essas trocas são vistas como oportunidades para inspirar novas ações e aprimorar serviços, impactando diretamente a vida de quem mais precisa de apoio.
A participação da Corregedoria, especialmente por estarmos desenvolvendo ações voltadas ao idoso por meio da Coordenadoria da Cidadania (COCID), é muito importante. Esse tipo de evento ajuda na instrução da equipe, para que possamos ter um desempenho ainda melhor na criação e no aprimoramento dos projetos, como a cartilha e o Comitê Interinstitucional da Pessoa Idosa. São iniciativas que mostram nosso cuidado e compromisso em construir políticas públicas que transformam vidas, além de ser um canal para sensibilização das necessidades de quem envelhece.”, destacou Mariana Aires.
Com dados que mostram o aumento constante da população idosa no Brasil, garantir acesso rápido, acolhimento adequado e tratamento igualitário não é apenas dever legal – é uma questão de humanidade. O encontro reforçou que a Justiça tem papel central na defesa desses direitos e que essa responsabilidade precisa ser compartilhada por todos: magistrados, servidores e sociedade civil.
A programação completa do evento e outras informações estão disponíveis no site do CNJ. O evento teve transmissão ao vivo pelo canal oficial no YouTube, com emissão de certificados para participantes presenciais.