O corregedor-geral da Justiça do Tocantins, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, participou do 75º Encontro do Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge), realizado de 28 a 30 de junho, em Belo Horizonte – MG. Acompanharam o desembargador os magistrados auxiliares da CGJUS, juíza Rosa Maria Rodrigues Gazire Rossi e juiz Océlio Nobre da Silva; além da chefe de gabinete, Glacielle Borges Torquato.
Realizado no edifício sede do Tribunal de Justiça mineiro, esta edição do Encoge teve como foco os desafios da gestão, mais especificamente o planejamento no âmbito da Justiça de 1ª Instância. As palestras do encontro fomentaram as discussões para ao estabelecimento de diretrizes de atuação das corregedorias de Justiça do país.
As atividades do Encontro tiveram início na tarde da última quarta-feira (28/6), com a solenidade de abertura conduzida pelo presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Herbert Carneiro; pelo corregedor-geral de Justiça de Minas, desembargador André Leite Praça, que também é vice-presidente do Colégio Permanente de Corregedores; e pelo corregedor-geral de Justiça de São Paulo e presidente do Colegiado, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças.
O corregedor-geral da Justiça tocantinense, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, considerou de grande importância os temas tratados durante o evento. “No Tocantins a gestão está alinhada aos projetos apresentados no Encontro de Corregedores, demonstrando que estamos no caminho certo na busca de prestar o melhor serviço possível ao jurisdicionado”, afirmou o magistrado.
Programação
A programação do 75º Encoge incluiu palestras, reuniões e debates. No primeiro dia de evento, o ministro João Otávio de Noronha, integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e corregedor nacional de Justiça foi o palestrante.
Já nesta sexta-feira (30/6), o público acompanhou palestra de encerramento com a ministra Carmen Lúcia Antunes Rocha, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Com informações da Ascom/TJMG